domingo, 21 de março de 2010

Para fechar com chave de ouro o verão!

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 19:05:46
Queridos leitores

É, parece que o verão está acabando… Mas o outono tem sua beleza singular, certo?! Para me despedir do verão fiz um pit stop em Miami antes de voltar para o Brasil, passei os últimos dez dias em NYC que vocês devem ter percebido nos meus posts anteriores.

Que delícia é sentir a brisa marinha. Não tem preço! Cheguei ontem à noite em Miami e me dei de presente uma noite no hotel Mandarin Oriental. Na verdade eu tinha em mente um objetivo bem definido: jantar no restaurante Azul onde o chef Clay Conley nos faz levitar.

Cheguei nos 45 do segundo tempo. Minha reserva era para às 22h, mas levou uma hora entre a chegada do avião e eu retirar minhas malas, com isso fiz check in às dez, tomei um maravilhoso banho em 15 minutos, tirei o modelito chique da mala (vestido preto e salto) e fui me tratar bem no Azul.

O atendimento maravilhoso, a carta de vinhos um sonho, os peixes frescos, a lagosta derretia na boca, os temperos, ingredientes não brigavam entre si e os sabores explodiam na boca! Foi um jantar que ficou na história e vai para meu próximo livro: 69 Lugares para Comer e Beber.

Dormi como um anjinho na minha suite 1805 com a cama imensa, a vista para os skylines de Brickel, isso depois de um banho de imersão numa banheira linda. Fica aqui meu palpite: na volta de uma temporada em NYC (onde a gente acaba exausto) se dê uma noite no Mandarin e não perca por nada deste mundo a experiência de jantar no Azul.

sexta-feira, 19 de março de 2010

O luxo baiano

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 12:52:44
Hoje eu estava pensando que o verão logo logo se despede da gente. E para celebrar estes dias abençoados de calor hoje vou publicar um capítulo do meu livro 69 Lugares para Amar onde eu falo da Península de Maraú, na Bahia. Vale lembrar que por lá é verão o ano inteiro! Com vocês: Kiaroa, um resort super bacana - que já falei por aqui - mas vai de novo algumas linhas. Espero que gostem!

Península de Maraú, Kiaroa

Ah Bahia! Terra abençoada com dias eternos de verão e gente alegre, vocês já notaram como os baianos tem a auto estima elevada? Por estes lados a brisa marinha sopra sem cessar. As temperaturas não ousam abaixar dos vinte e cinco graus e podem chegar a bem mais de trinta. O sol vai colorindo a paisagem verde e azul, verde dos coqueiros que acompanham os quilômetros de praias virgens com piscinas naturais, azul do mar com águas transparentes e quentes. Assim é na Península de Maraú, clima tropical o ano inteiro. Salvador fica a 180km, ela está entre o oceano Atlântico e a Baía de Camamu, um destino com jeitinho de ecoturismo, as estradas são de terra, o clima é de natureza intocada, com pouca interferência do homem. A vilinha principal está em Barra Grande e tem apenas três mil moradores. Deu para sentir o clima de tranquilidade no ar? Pelo caminho se encontra uma lagoa e mais à frente um bosque de bromélias, resolve-se, então, subir num morro – tem do Celular e do Farol – e de cima deles os olhos são presenteados com aquela profusão de cores que acaba ficando entre o verde e azul. É exatamente neste pedacinho exclusivo da costa baiana que fica o Kiaroa, um dos melhores resorts do Brasil, com 240 mil metros quadrados e 28 unidades que se dividem em suítes e bangalôs, algumas com piscinas particulares. Para chegar lá o melhor é pegar um jatinho de Salvador direto para a pista de pouso do resort, daí é se entregar, deixar o calor entrar no seu corpo e o cheiro de mata nativa tomar conta dos seus sentidos. E já que você entrou no clima marque uma massagem no spa Armonia, a feita com pindas (paninhos que envolvem mix de erva, gengibre, lavanda e cardamono) escorregam pelo corpo com óleos essenciais quentes. Depois jante escutando as ondas do mar e durma embaixo de um dorsel, com as janelas abertas, em plena conexão com a atmosfera praiana. Viva a melhor lua de mel.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Uma (irresistível) cama em NYC

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 09:33:25
Bom dia queridos leitores do Terra

Sabe aquelas férias que quando acabam pensamos: precisamos de mais férias para descansar das primeiras? Pois é, este é meu sentimento sobre NYC. Vos escrevo deitada em uma cama que parece me abraçar e não deixar mover-me. Cheia de travesseiros fofinhos, grande, lençois que são um carinho à pele. No meu quarto espaçoso e bem decorado do hotel The Surrey eu poderia viver para sempre.

Ontem cheguei em casa (quero dizer no hotel) super tarde, depois de ter passeado o dia inteiro no maravilhoso Central Park, o coração verde da Big Apple (curtino músicos tocando jazz e o desfile de St. Patrick’s Day), fui ao Brooklyn conferir a pizza mais famosa da cidade (breve falo dela, farei suspense), fazer compras na Century (em frente do lugar onde estavam as torres gêmeas) e seguir batendo perna pelas bandas da Nona Avenida com a 60 St. - tudo isso para dizer: cheguei exausta!

E o que encontrei? Um quarto cheiroso, com vasinhos cheios de rosas brancas, jazz saindo da programação musical da TV, luz indireta dos abajures brancos e pela janela pude ver as luzinhas do upper east side, o bairro residencial, cheio de hotéis legais desta parte nobre da cidade.

No The Surrey além de encontrar um hotel elegante, que faz a gente sentir-se em casa, novinho (foi remodelado a 3 meses), serviço impecável, capricho nos mínimos detalhes (o sabonete assinado por Laura Tonato é divino) as pessoas que trabalham aqui se tornam facilmente amigas, destas que parecem de longa data. Como é o caso da Lorena e do Daniel, dois concièrges que além de conhecerem a Big Apple como a palma da mão são de uma doçura impressionante. Vou levá-los na minha mala para casa, ah se vou!

Bem, daqui a pouco vou pedir o café da manhã no quarto e vocês sabem de onde vem este café? Nada menos do que do Café Boulud, o famoso francês que é adorado pelos nova-iorquinos e aclamado pelos turistas interessados em gastronomia gourmet. Amanhã prometo contar para vocês minha experiência. Isso se eu conseguir me mexer e sair desta cama divina…

quarta-feira, 17 de março de 2010

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 10:28:13
Bom dias queridos leitores!

Sigo pela Big Apple, gostando cada dia que passa mais e mais desta cidade tão cheia de lugarzinhos encantadores!

Hoje quero dar uma dica cultural: fique de olho por onde anda o pessoal da Fuerzabruta. Eu assisti em Nova York, mas sei que eles fazem turnês pelo mundo, já estiveram no Brasil.

O espetáculo entra no que chamamos off Broadway - fora do circuito comercial. Durante os 65 minutos de apresentação você fica de pé e vai se movendo conforme move o palco. Diferente? Muito. O jogo de luzes é espetacular, a música comandada por um DJ toma conta da noite e lá pelas tantas a gente se pega dançando, parece uma grande festa.

O ponto alto e esperado é o truque com água feito por eles. Um teto transparente desce até bem pertinho do público. Espia só estas fotos. E os atores correm, se atiram, deslizam enquanto um jato água constante faz parecer que eles estão nadando em cima das cabeças.

Há momento de interação com o público, muita dança e clima de diversão! Em NY o preço do ticket é de 75 dólares por pessoa. Vale super a pena apesar de ser salgadinho. Na Big Apple o endereço é Daryl Roth Theatre - 101 East com a 15th Street. Tem que comprar com antecedência (telefone 212.239.6200).

terça-feira, 16 de março de 2010

NYC: um jantar cheio de Uaus!

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 10:09:05
Bom dia queridos leitores do Terra

Vos escrevo (olha que chique) de NYC! Tenho uma primeira impressão que revela muito o que está cidade nos passa: NYC deve estar na nossa lista de despesas do mês - ao lado da conta de luz, água, IPTU, telefone, etc. - ou seja visitar NY uma vez por ano é mais do que obrigatório! Isso porque a cidade transborda bom gosto, estilo, criatividade, novidades, arte, moda, comportamento.

Pequenos detalhes notados a cada instante no As�ate

Pequenos detalhes notados a cada instante no Asíate

Ontem jantei no trigésimo quinto andar de um prédio da Big Apple, bem pertinho da Union Square. Fui conferir a gastronomia do Asíate, do Hotel Mandarin Oriental. E tenho três Uaus para acrescentar”: o Uau número 1 vai para a vista: espia aqui embaixo.

Vista do As�ate, em NYC!

Vista do Asíate, em NYC!

As luzes da cidade deixando a Big Apple ainda mais interessante

As luzes da cidade deixando a Big Apple ainda mais interessante

O Uau número 2 para a comida espetacular que começa seduzindo os olhos e parece perfeita ao paladar. O chef Brandon Kida beira à perfeição.

No menu degustação estes foram os "crus"

No menu degustação estes foram os "crus"

camarão que parece derreter na boca de tão macio

camarão que parece derreter na boca de tão macio

O Uau número 3 fica pelos vinhos (devidamente harmonizados) com os pratos, vinhos de guarda, delicados, espetaculares. E vamos colocar um Uau número quatro para o ótimo atendimento. Está é minha dica inicial do que fazer em NY, mas aguardem, I will be back!

lindo de admirar!

Elegante e moderno: lindo de admirar!

domingo, 14 de março de 2010

Praga, República Tcheca

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 22:25:57
Queridos leitores do Terra, hoje resolvi postar para vocês um capítulo do meu livro 69 lugares para amar. Como o verão na Europa está chegando, penso que está na hora de dar uma olhadinha para o velho mundo. Aqui vai, espero que gostem!

Capítulo 61 - Praga, Mandarin Oriental

Praga é a cidade mais romântica do mundo. Mais do que Paris? Acho que sim, mas que ninguém me escute. O cenário é composto por um rio, Valtva, que a atravessa e muitas montes (a principal delas é Charles construída no século XIX com 30 estátuas góticas e barrocas), predinhos seculares, igrejas, estátuas, praças, uma colina e ruelas a serem descobertas. Eu sempre lembro da frase de um amigo: Praga vai lhe fazer sorrir, não é que é verdade? Quando você menos espera um sorriso brota dos seus lábios ao ver os barquinhos e pedalinhos atravessarem de um lado ao outro. Ela foi a única cidade da Europa a não ser bombardeada na Segunda Guerra Mundial. Sua divisão acontece em cinco partes: a Cidade Pequena, Velha, Nova, do Castelo e o bairro Judeu. Tempo recomendado: cinco dias. Muito? De forma alguma, primeiro porque há alguns séculos de história para serem conferidos, segundo porque você vai estar em lua de mel (primeira, décima, não importa) e portanto reserve um quarto no Hotel Mandarin Oriental. E para completar minha argumentação, uso a frase do escritor Franz Kafka (autor de A Metamorfose): “Praga não deixa a gente ir embora, esta velha tem garras”. Dica de passeio divertido: embarcar em um dos barcos que fazem passeios pelo Valtva à noite, há vários, procure por um que toque música dos anos oitenta (veja foto ao lado), se o momento for de amor vendo as estrelas e segredinhos ao pé do ouvido, opte pelos com jazz. Em terra firme certifique-se que você não vai perder a Torre do Relógio (suba no topo, a vista é linda), escolha um dos cafés da praça principal da Cidade Velha (onde nos tempos medievais Praga era um importante centro comercial) e fique a olhar o movimento e degustar as ótimas cervejas tchecas, na rua Paris estão as melhores lojas e os cristais Zarovski, na Praça Venceslau (foi proclamada a independência e o anúncio do fim da Segunda Guerra), na Cidade dos Castelo (maior castelo medieval do mundo) está a Catedral de San Vito, happy hour é no Pavilon de Hanavsky (restaurante em cima da colina) com uma vista que o faz suspirar!

sábado, 13 de março de 2010

Banda Morena de Angola

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 23:55:32
Olá queridos leitores!

Há um tempo atrás, estive no Café Atlântida e curti o som da Banda Morena de Angola, que simplesmente a-do-rei. Fiz uma pequena entrevistinha com eles e disponibilizo um mp3 para ouvir o som deles. Vamos aos integrantes:

Eduardo Berdichevski (Dudu Berdichevski) - vocalista e violonista
Ana Karina - vocalista
Eduardo Fetter - violão e cavaquinho
Gustavo Fetter - contra-baixo
Rubens Soares (Rubão) - baterista

A História da Banda
Com a iniciativa do Dudu e do Eduardo, que já tocavam juntos em um trabalho só de voz, violão e cavaquinho. Têm influência de Chico Buarque e notas clássicas da MPB. Dessa dupla saiu a banda Espeto de Pau, fazendo referência aos integrantes, que são filhos de psiquiatras. Explico: ao invés de dizer “em casa de psiquiatra, todo mundo louco” preferia-se dizer “em casa de ferreiro, espeto de pau”. A banda durou um ano e tinha essência de tocar só os clássicos da MPB. Ambos Eduardos resolveram sair dessa banda e formar outra. Para essa banda nova resolveram chamar o irmão do Fetter, o baixista Gustavo, que por sua vez chamou seu ex-companheiro Rubão, da banda Se Ativa, para ser o baterista. Nasce a Morena de Angola. Na primeira formação a Patricia era o vocal, que foi trocada pela Ana Karina, que já tinha experiência solo e algumas bandas de estilos variados. O nome Morena de Angola serviria, inicialmente, para o nome do bar que o Dudu iria abrir com o espírito da MPB aqui em Porto Alegre. Chegou a registrar a casa noturna, mas a banda estava sem nome, e o bar que não existia tinha nome. O estúdio que a banda ensaiava pediu logo um nome para que pudessem colocá-la na agenda de ensaios. Inicialmente, o nome seria temporário já que era o nome do bar. O nome acabou pegando nos integrantes e dava o ar de brasilidade e remetia ao grande Chico Buarque, ficando o nome oficial da banda. A Morena de Angola participou do Planeta Atlântida de 2009 que foi um dos momentos mais marcantes para os integrantes. A banda tocou no Drakkar Music Hall, e tocava na Festa Botequim da Morena, onde tinha oportunidade de alegrar a noite de lugares bacanas e públicos maravilhosos, despertando o reconhecimento e interesse pela nossa MPB. A agenda de março é composta por festas fechadas.

Escute o som deles:

sexta-feira, 12 de março de 2010

Rumo à Nova York City!

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 08:31:31
Queridos leitores do Terra

Hoje vou escrevo de dentro do avião. Acho tão inspirador ver as nuvens, ainda mais com um pôr-do-sol lindo que estou tenho a sorte de admirar, abaixo a fotinho que fiz para mostrar a vocês.

Na madrugada de sexta estou indo para Nova York onde vou ficar uma semana in-tei-ri-nha e buscar conhecer lugares novos, clássicos, tradicionais, descolados, caretas, baratos, caros, diurnos, noturnos, para ir sozinho, para ir a dois, para paquerar, para relaxar, enfim… vou deixar meu faro de repórter me guiar pela Big Apple.

Faz dez anos que não vou a NYC. Olha, talvez faça até mais. Lembro que fui com meu ex-marido (e atual amigo) e passamos dez dias embaixo de chuva. Para não ser exagerada, foram nove dias de chuva e um de sol que lembro que nos atiramos no Central Park, ávidos por calor e cores mais vibrantes.

Minha amiga Izabella Boaz que ama NYC - como eu amo Santiago - diz que por lá o negócio é caminhar, caminhar muito. E pescoço para cima, para ver os skylines. Ok, tênis confortável eu já tenho nos pés.

Na minha primeira temporada em NYC eu não era repórter e meu olhar completamente distinto. Para falar a verdade o terremoto de Santiago mudou minha maneira de conduzir meus textos, minhas reportagens, o que é ótimo. Quero conversar mais com as pessoas, buscar absorver a alma dos lugares, encontrar histórias, aprender com pessoas que sejam completamente diferentes de mim.

Sinto que estou mais tolerante com a vida, os imprevistos me incomodam menos, estou grata por seguir vivendo e acho que todos os dias este deve ser nosso primeiro pensamento: agradecer a Deus pela dádiva de ter um dia pela frente para seguir com nossos planos, recomeçar algo, terminar o que já deveria ter finalizado a tempos, acreditar no amor, ter fé nas amizades, não perder a chance de dar uma boa gargalhada e porque não fazer algo novo, que nos faça sentir realmente vivos? Que nos surpreenda, que não esteja na nossa rotina… bem para mim isso é viver!

Tenho outro assunto que queria dividir com vocês: esta viagem está sendo um desafio em termos que unir uma temporada fora de casa e ainda assim ter uma alimentação saudável. Vocês acham que é possível? Dei uma exagerada nos últimos tempos e subi uns 3 quilinhos (meu livro 69 Lugares para Amar me consumiu 16 horas de trabalho por dia) que tenho que tratar de perder. Comecei com duas decisões: comer menos (sem deixar de comer) e voltar a correr. Espero que eu consiga realizar os dois. Exige disciplina, né?

Ontem fui no lançamento da primeira edição do ano da revista Sul Sports (produzida em Porto Alegre e distribuída na capital gaúcha, Florianópolis e Curitiba), onde assino a coluna Correndo pelo Mundo, o lançamento foi no Saúde no Copo, uma casa de comidinhas naturais deliciosas no bairro Moinhos de Vento! Fiquei ainda mais inspirada em ter uma alimentação saudável. Vou buscar lugares assim em NYC.

Volto a escrever já dá Big Apple, mesclando com dicas de lá e outros cantos e recantos do planeta, sempre buscando ter um olhar especial sobre a America Latina, nosso lindo continente!

quinta-feira, 11 de março de 2010

W Hotel de Santiago: moderno e lindo!

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 09:36:21
Bom dia queridos leitores do Terra!

Vocês lembram que esta semana eu falei sobre o restaurante Osaka, o peruano-oriental, que fica em Santiago do Chile dentro do W Hotel? Demais o lugar, né? Pois então, resolvi hoje falar do W em si. Este foi o primeiro W da minha vida e espero que venham muito mais. O W faz parte de uma cadeia de hoteis de luxo que possui 36 propriedades pelo mundo. Mas a verdade é que ele vai bem mais além do luxo em si. Ele preza pelo estilo. Então toda vez que você ver um W pense em uma proposta de hospedagem super moderna e cheia de conceito que passam pela música, moda, entretenimento, cultura pop, restaurante descolados, spas de grife e noite glamourosa.

Estas fotos não foram feitas por mim. Minha passagem pelo W Santiago foi apenas para almoçar no Osaka. Então pedi para o simpático Patricio, relações públicas do hotel, algumas imagens de arquivo. Espia só o mix de conforto, design e arquitetura! Não é de babar? Mais! Não é de querer estar lá? Na minha próxima passagem por Santiago quero ter a oportunidade de “viver o W”, ter uma experiência como hóspede e daí posso contar com mais riqueza de detalhes a experiência. Por enquanto faço este post como minha dica pessoal de hospedagem na capital chilena. Vale lembrar que o W abriu a um ano, ele está bem novinho e tem aquele clima de novidade. Está localizado no bairro de Las Condes, um dos mais valorizados da cidade, das suas janelas se pode ver os skilines de Santiago e a linda e apaixonante Cordilheira dos Andes!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Comédia inteligente

Arquivado em: Verão 2010 verao.terra - 09:14:11
Bom dia queridos leitores do Terra, hoje, vou escrever sobre um filme que assisti, ontem a noite, e a-do-rei! Levinho, divertido e cheio de boas sacadas. Quem já viu Simplesmente Complicado? O elenco é bom, roubando a cena, a ótima Meryl Streep, que grande atriz, que carisma, adoro ver filmes com ela. Alec Baldwin faz o papel de ex-marido que tenta reconquistar seu casamento antigo quando o atual, com uma mulher bem mais nova, está em franco declínio.

O gênero é comédia. Afinal de contas nada melhor do que a gente rir de si mesmo, certo? E acredito ser esta mesma a proposta do filme, mostrar situações do cotidiano, da vida e nos fazer gargalhar. A plateia passa boa tempo do filme se divertindo.

Espere encontrar “debates” sobre casamento, divórcio, sexo, homens velhos casados com mulheres jovens, plástica, recomeço, filhos, solidão, amigas e o amor, é claro, o mote da vida. Adoro lembrar de algumas frases do filme, quando um dos filhos questiona os pais quererem voltar depois de 10 anos divorciados dizendo que eles nunca demonstravam uma cena de afeto e romance. E isso me faz lembrar de tantos casais que estão juntos por causa dos filhos e vivem como amigos e o pior, não “ensinam” para os filhos o que pode e deve ser uma verdadeira relação entre homem e mulher.

É impressionante ver o quanto o estar apaixonado e sexo feito com quem se gosta possa reproduzir euforia e sentimentos de intenso prazer onde a pessoa simplesmente está mais bonita e radiante. Este tal de amor, de estar apaixonado é realmente a melhor droga que uma pessoa possa ter.

Gosto da maneira como o “ser amante” é analisado no filme. Realmente ser “a outra” é um dos papeis mais ingratos que alguém pode escolher para si, longe de moralismos, de certos ou errados, analisando friamente se pode preceber que não tá com nada esperar pelas lacunas e tempos livres do outro, como mostra a cena em que ela se arruma, prepara o jantar preferido dele, monta uma mesa, acende velas e ele não aparece porque a esposa muda os planos e ele não pode sair.

O filme ainda trata dos filhos que crescem e vão para faculdade, da casa grande, de ter que encarar o silêncio e o mais bacana: do quanto nós, seres humanos, precisamos apenas de tempo para nos organizar e se adequar às novas realidades, e esta é uma frase da personagem de Meryl: eu aprendi a viver sem meu marido, divorciada, sozinha e sou feliz. Nunca acreditei tanto nesta afirmação. E me pergunto porque está busca incessante de ter alguém, de ser feliz apenas se acompanhada. Acho que todos os estados civis valem a pena e têm prós e contrás, coisas boas e ruins.

O “para sempre” deveria significar “enquanto formos felizes” e o ter alguém não precisa vir acompanhado de um cargo fixo. Entendem?

Gosto da maneira como o filme mostra de quem tem 50 anos para cima, que o sexo faz parte da vida de pessoas mais velhas tanto quanto das mais novas e que a mulher, inclusive, atinge sua plenitude quando justamente está livre e pode viver sem tabus e regras.

O filme é realmente um belo passeio pelas relações, cheio de situações para rirmos sem reservas. Deixamos a sala de cinema leves. Ser feliz é uma possibilidade absolutamente real e possível, basta termos a sorte e benção de termos sáude e estarmos vivos. Pense como esta condição é um presente!

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